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Acompanhamento do glaucoma

Para diagnosticar glaucoma, seu médico oftalmologista necessita agrupar uma série de características do olho, que inclui

1) Avaliação da câmara anterior (ângulo aberto ou fechado);

2) Anatomia do Disco Óptico e da camada de fibras nervosas;

3) Pressão Intra-Ocular;

4) Paquimetria (espessura da córnea);

Estes quatro elementos analisados juntamente formarão a hipótese diagnóstica que justifique a exigência (ou não) de exames complementares, que são:

1) Campimetria Visual

2) Gonioscopia

3) Retinografia

4) Tomografia de Coerência Óptica (OCT)

5) Teste de Sobrecarga Hídrica

Cada exame complementar possui suas especificidades próprias, e a partir dos resultados de tais exames que seu médico oftalmologista deve traçar uma pressão alvo para que não cause prejuízo ao seu nervo óptico. Portanto, a chave para manter o glaucoma sob controle consiste na vigilância e disciplina. É necessário utilizar os colírios recomendados pelo oftalmologista diariamente, na dose e intervalo de tempo correto e realizar avaliações oftalmológicas constantemente, a depender da gravidade do caso. A imagem mostra o acompanhamento recomendado pela Portaria SAS/MS no 1.279, de 19 de novembro de 2013, retificada em 23 de janeiro de 201 e mantida no Relatório de 2018. Nota-se que a pressão alvo é o que determina o controle (ou não) da doença.

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Embora não haja protocolo em relação a frequência dos exames complementares, recomenda-se conversar com médico oftalmologista sobre a possibilidade de realizar exame de campimetria visual, retinografia (e se possível OCT) com intervalo de tempo compatível ao grau de glaucoma do paciente para que as perdas funcionais e anatômicas sejam rapidamente detectadas e devidamente tratadas.

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